Com quem mães e pais deixam os filhos na hora do trabalho em serviços essenciais?

Durante a pandemia e o isolamento, muitos serviços são considerados essenciais, como exemplo, assistência à saúde, assistência social, atividades de segurança, transporte e entrega de cargas em geral. Mas com as escolas e creches fechadas, o poder público não deveria achar uma solução para as mães e pais trabalhadores que não têm onde deixar seus filhos?

Protocolei um projeto de lei na Câmara Municipal, que Institui a promoção de creches e “espaço infantil” como condição obrigatória de reabertura de espaços coletivos de circulação no período da pandemia do novo coronavírus.

Se o projeto for aprovado – e já estou correndo atrás de assinaturas para que tramite em regime de urgência – fica estabelecida a obrigatoriedade aos centros comerciais, lojas, bibliotecas, espaços de lazer e alimentação, serviços de saúde privados, entre outros, bem como aos estabelecimentos que prestam serviços à comunidade, a instituição de locais de acolhimento às filhas e filhos dos trabalhadores que retomarem suas atividades.

A ideia é acolher crianças de 0 a 12 anos e cada espaço infantil deverá possuir, no mínimo, um profissional em cuidados com recém-nascidos e crianças.

Também, é necessáro que sejam disponibilizados equipamentos de proteção individual para proteção e prevenção ao contágio da Covid19, como máscaras e álcool gel 70.

Não dá para dizer que trabalhadores precisam cumprir suas funções, sem dar o mínimo de suporte para a proteção das crianças enquanto realizam suas atividades.

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