Maria Leticia discute aborto por estupro e a possibilidade de identificar agressor

Representando o Instituto Médico Legal do Paraná, a médica legista Maria Leticia Fagundes participou de uma reunião técnica no Hospital de Clínicas do Paraná, nesta quinta-feira (22). O tema do encontro foi acerca da “cadeia de custódia” , no caso, qual a medida mais adequada em relação ao material de aborto proveniente de gestação de estupro.

O objetivo do armazenamento seria identificar os agressores, porém pelo fato de muitas mulheres não registrarem Boletim de Ocorrência, há a impossibilidade de recebimento do material pelo IML. Maria Leticia, que é médica legista, se comprometeu a buscar informações oficiais junto a Secretaria de Estado de Segurança Pública do Paraná- SESP-PR.

A médica vai verificar o que pode ser feito quando não há Boletim de Ocorrência e a alternativa de ser firmado um convênio com o IML, uma vez que o Hospital de Clínicas não pode armazenar o material.

A reunião teve a participação de profissionais de diversas especialidades do HC, em especial o dr Rosires de Andrade e também da Ordem dos Advogados do Brasil do Paraná – OAB PR, Sandra Lia Ledo Bazzo Barwinski.

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