Maria Letícia participa da Roda de Conversa Sobre violência Obstétrica com a Defensoria Pública do Paraná

A vereadora Maria Leticia Fagundes (PV), foi uma das convidadas na noite desta terça-feira (9), para participar da Roda de Conversa Sobre violência Obstétrica com a Defensoria Pública do Paraná, realizada na APP – Associação os Professores do Paraná. .

“Precisamos aproximar as demandas dos profissionais que atuam na proteção das gestantes e mães com os poderes públicos, estados e prefeituras”, disse Maria Leticia.    

De acordo com a presidente da Comissão de Saúde, os problemas são conhecidos há muito tempo. “Todos conhecemos esses problemas, quem atua na área eu não preciso nem dizer é uma situação que a gente já conhece de longa data. O que a gente tem a percepção é que está caminhando muito lentamente”, aponta. 

“Por exemplo, nós não temos mais médicos e enquanto houver essa dificuldade vamos caminhar muito lentamente no enfrentamento dos problemas. Coloco-me à disposição para ser essa interlocutora que vai buscar essa aproximação e diálogo”, afirmou. 

“Sou médica do Instituto Médico Legal, onde coordeno um serviço de atendimento a vítimas de violência, muitas delas grávidas. Conhecer o tamanho da violência me permite atuar melhor” destacou Maria Leticia. 

As soluções passam por vários aspectos, inclusive os legais. “O olhar da nossa sociedade para esse problema ainda é tímido em relação à abordagem. Podemos avançar muito por meio de emendas, podemos fazer outras leis. A solução passa pelo legislativo e eu estando lá me coloco a disposição para ser a representante dessas demandas”, reforçou. 

Maria leticia propôs ainda durante o encontro, outras questões como a capacitação dos próprios médicos, “que precisam ter outro entendimento do sistema público de saúde que também assiste essas mulheres – que não querem ter partos hospitalares isso vai transitar por um compromisso também pelo sistema público de saúde em atender essas mulheres que têm partos em suas residências”, defendeu. 

“Podemos criar sistemas de proteção. É um momento especial e que precisa de um alerta de atenção. A gente pode começar essa conversa com o sistema público por meio da nossa atual vereança”, completa.

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