Pandemia: Precisamos Ficar Atentas (os) ao Número de Mortes por Síndrome Respiratória Aguda

Na última semana, uma matéria divulgada pelo jornal Folha de São Paulo, mostrou um levantamento de dados onde as capitais com menores índices de óbitos confirmados por Covid19, são também as cidades com maior crescimento de número de óbitos atribuído à síndrome respiratória aguda grave.
A pesquisa cruzou os dados de morte por Covid-19 e descartou os casos de influenza e pneumonia. Neste levantamento, podemos ver que Curitiba teve, nos últimos tempos, um número cinco (5!) vezes maior de mortes por síndrome respiratória, sendo uma das capitais do Brasil onde mais pessoas morreram pela síndrome no mês de maio.
Isto deixa claro que: quanto maior a proporção da população testada e comprovada com Covid19, menor o número de mortes atribuídas a causas respiratórias inespecíficas. A falta de testes, nos causa uma falsa impressão de que tudo está sob controle.
Em Curitiba, fica claro que sem a testagem em massa, os índices de contaminadas e contaminados pelo Coronavírus parecem amenos.
O grande problema é que muitas pessoas acabam relaxando as medidas de isolamento e dando força para movimentos que pressionam a abertura do comércio, escolas e academias, por exemplo.
Precisamos estar atentas aos sinais: não é hora de relaxar e tampouco, de omitir dados. Nosso comprometimento com o próximo e com a verdade é o que nos fará sair desta com menos danos à vida da população.

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